Objectos únicos, feitos à mão, que exploram a nobreza e o carácter de materiais naturais - lã, pele, ráfia, papel - numa prática constante de pesquisa e experimentação de técnicas artesanais em confronto com novas aplicações funcionais e estéticas.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Materiais

Materiais naturais, de uso ancestral, plenos de memória e afectos, de funcionalidades e estéticas universais.


Papel - a sua utilização, em técnicas de papietagem ou de papier-maché, conferem-lhe características muito próximas da madeira, ideais para construções tridimensionais, ao mesmo tempo delicadas e robustas, permitindo uma grande diversidade de acabamentos

Ráfia - possui propriedades mecânicas ímpares entre todas as fibras vegetais; a sua aparente simplicidade esconde uma grande resistência e plasticidade; o tempo traz-lhe a nobreza de um dourado mais acentuado.

- seja em fio, em rama, ou já tecido, este material possui uma grande versatilidade e é garante de conforto; o seu comportamento perante a temperatura, a humidade e o tempo é único (e impossível de reproduzir tecnologicamente), apesar da sua textura dócil e quase feminina.


Pele - material generoso tanto nas suas características físicas — flexível, impermeável, resistente ao fogo, à tracção, termo-regulador — como nas suas qualidades estéticas (cores e texturas variadas) e, sobretudo, com a capacidade invejável de se moldar com o uso e ganhar novos matizes com o passar do tempo, nunca perdendo o seu toque sedutor.